sexta-feira, 27 de maio de 2016

Respeito pela DIFERENÇA!! 




O Respeito pela diferença-

Atualmente, muito se fala sobre a igualdade social, a igualdade dos direitos. De facto é um direito de todos. Deveríamos ter os mesmos direitos na saúde, na educação, na alimentação e na cultura. Entretanto o que percebemos é que muito se fala sobre o direito a igualdade e nos esquecemos do respeito às  DIFERENÇAS.

Na verdade, somos todos diferentes. Cada pessoa com a sua raça, idade, medos, política, valores e costumes. Somos um povo diferente e portanto, precisamos conviver com as diferenças da melhor forma possível. O respeito ao outro e as suas peculiaridades é fundamental, pois através deste respeito temos a possibilidade de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa.


Assim sendo, cada vez mais, a sociedade deve concentrar forças para a difícil tarefa de dar uma educação justa, de qualidade e que respeite as diferenças de cada sujeito. Toda instituição de ensino é um espaço onde se encontra uma das maiores diversidades culturais, precisamos de aproveitar este espaço para construirmos problemas que nos levem ao estudo das diferenças e ao direito de igualdade social de todos.



Video :

                                            Trabalho organizado por: Carmen Silva








Racismo consiste no preconceito e na discriminação com base em percepções sociais baseadas em diferenças biológicas entre os povos. Muitas vezes toma a forma de ações sociais, práticas ou crenças, ou sistemas políticos que consideram que diferentes raças devem ser classificadas como inerentemente superiores ou inferiores com base em características, habilidades ou qualidades comuns herdadas. Também pode afirmar que os membros de diferentes raças devem ser tratados de forma distinta.
Alguns consideram que qualquer suposição de que o comportamento de uma pessoa está ligado à sua categorização racial é inerentemente racista, não importando se a ação é intencionalmente prejudicial ou pejorativa, porque estereótipos necessariamente subordinam a identidade individual a identidade de grupo. Na sociologia e psicologia, algumas definições incluem apenas as formas conscientemente malignas de discriminação.
Entre as formas sobre como definir o racismo está a questão de se incluir formas de discriminação que não são intencionais, como as que fazem suposições sobre preferências ou habilidades dos outros com base em estereótipos raciais, ou formas simbólicas e/ou institucionalizadas de discriminação, como a circulação de estereótipos étnicos pela mídia. Também pode haver a inclusão de dinâmicas sociopolíticas de estratificação social que, por vezes, têm um componente racial. Algumas definições de racismo também incluem comportamentos e crenças discriminatórias baseadas em estereótipos culturais, nacionais, étnicos ou religiosos.Uma interpretação do termo sustenta que o racismo é melhor entendido como "preconceito aliado ao poder", visto que sem o apoio de poderes políticos ou econômicos, o preconceito não seria capaz de manifestar-se como um fenômeno cultural, institucional ou social generalizado. Alguns críticos do termo afirmam que ele é aplicado diferencialmente, com foco em preconceitos que partem de brancos e de formas que definem meras observações de eventuais diferenças entre as raças como racismo.
Enquanto raça e etnia são considerados fenômenos distintos na ciência social contemporânea, os dois termos têm uma longa história de equivalência no uso popular e na literatura mas antiga das ciências sociais. O racismo e a discriminação racial são muitas vezes usados para descrever a discriminação com base étnica ou cultural, independente se essas diferenças são descritas como raciais. De acordo com a Convenção Internacional sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial dasOrganização das Nações Unidas (ONU), não há distinção entre os termos "discriminação racial" e "discriminação étnica", sendo que a superioridade baseada em diferenças raciais é cientificamente falsa, moralmente condenável, socialmente injusta e perigosa, além de não haver justificação para a discriminação racial, em teoria ou na prática, em qualquer lugar do mundo.

O vazio de valores

Neste trabalho vou falar sobre:
    -A cultura do permissivo o marinismo/egocentrismo/individualismo e a ditadura de beleza.
     -o consumismo e a "Ditadura do luxo e da aparência".


Vou começar por falar sobre:
  -A cultura do permissivo o marinismo/egocentrismo/individualismo e a ditadura de beleza:


Entende-se por tipo permissivo aqueles nos quais se permite a realização de condutas inicialmente proibidas. As causas legais que elidem a antijuridicidade da conduta são encontradas no art. 23 do CP, quais sejam: legítima defesa, estado de necessidade, estrito cumprimento do dever legal e o exercício regular de direito. 

O erro de tipo permissivo é aquele incidente sobre discriminantes, que na esfera de consciência do autor, tornaria a ação legítima. 

    -O consumismo e a "Ditadura do luxo e da aparência".

A classe média brasileira apresentou um grande crescimento nos últimos anos representando 52% da população do país. Justamente devido a este fenômeno, surgiu o interesse nesta pesquisa que está focada em mulheres residentes no Rio de Janeiro. Podem ser observadas pesquisas recentes na área de marketing acerca dos hábitos de consumo desta classe, principalmente devido ao aumento do seu poder aquisitivo, porém pouco foram exploradas as particularidades dos diversos grupos dentro desta grande massa e de como se comportam em universos antes originários e característico das elites sociais, como o dos bens de luxo. A presente pesquisa tem o objetivo de contribuir para uma exploração mais detalhada acerca desta população.
 
Indisciplina  na  escola
 O que é a indisciplina?
     Um comportamento indisciplinado é qualquer acto ou omissão que contraria alguns princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola ou pelo professor ou pela comunidade. A indisciplina é uma resposta à autoridade do professor.
Como pode surgir a indisciplina?
     A indisciplina pode surgir como a outra alternativa ao seu insucesso escolar, procurando deste modo "valorizar" a sua relação com os outros. Este insucesso não se refere exclusivamente às classificações nas disciplinas, mas também em certos valores, que ele pensa serem assumidos pela comunidade, e que o aluno não vê reflectido nele.

     Como prevenir a indisciplina?
     Tanto o professor como os alunos fazem avaliações mútuas. O professor utiliza estratégias mais ou menos adequadas de modo a prevenir comportamentos indesejáveis. Define as regras comportamentais, de um modo explicito ou não, entre os alunos e entre si e eles, principalmente se a turma se mostra muito indisciplinada.

Regras!!
    Só deve falar uma pessoa de cada vez. Quando se pretende falar, levanta-se a mão e espera-se pela autorização do professor.
    É o professor que orienta os trabalhos e permite a participação de todos os alunos.
    Trazer de casa todos os materiais necessários.
    Não perturbar os colegas com observações desnecessárias ou inadequadas.
    Respeitar os horários das aulas, apenas faltando por motivos de força maior.
    Não se levantar do lugar sem pedir autorização para a acção.
    Pedir autorização para sair da sala e apenas em casos de extrema necessidade.
    Não pregar aos colegas aquelas partidas que não gostaríamos que fizessem a nós.
    Não distrair os colegas nem os provocar.
    Informar o professor no início da aula sempre que não se traga material ou não se tenha feito o TPC.
    Ajudar os colegas com maiores necessidades.



       Violência para que?

Trabalho por:
Dionissios Gomes
Luís Narciso
Jordão Candelária
 







sexta-feira, 13 de maio de 2016

VIOLÊNCIA NA ESCOLA

  • A violência na escola existe em todas as escolas, públicas ou privadas e existe em graus diferentes de intensidade e gravidade.
  • A indisciplina na sala de aula é uma das formas de violência escolar mais comuns.    São comportamentos perturbadores na aula e de desafio da autoridade do professor.
  • Para muitos alunos, estes comportamentos só acontecem porque os professores não gerem eficazmente a sua sala, ou seja, têm estratégias de ensino inúteis.
  • As vítimas de bullying sofrem distúrbios de sono, dores abdominais, dores de cabeça e sentimentos de tristeza
  • Muitas vezes os pais não sabem que os seus filhos são vítimas ou agressores, o que não lhes permite tomarem medidas para evitar esta situação.
  • A violência na escola só poderá ser evitada se toda a comunidade educativa se empenhar em fazê-lo, promovendo um ambiente de respeito, afeto e liberdade de expressão.


Vídeo de bullyng na escola